Fake News: o que são e como identificá-las
Fake News Eleições 2018

Sabia que mais de 12 milhões de pessoas compartilham notícias falsas na internet? Abre o olho!

Você com certeza já ouviu falar das Fake News. São as notícias falsas propagadas pelos meios de comunicação, Televisão, Rádio, Jornais, Redes Sociais, e até em grupos do WhatsApp, principalmente sobre política. A publicação de notícia falsa foi um dos principais temas da eleição de 2018.

Você pode até não perceber, mas a presença delas está cada vez mais comum na internet. E muita gente acaba divulgando as fake news achando que se trata de notícias verdadeiras. Segundo levantamento do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação – o Gpopai, da Universidade de São Paulo, quase 12 milhões de pessoas que não checam a veracidade da informação, acabam compartilhando notícias falsas nas redes.

Todo mundo de um jeito ou de outro acaba sendo vítima delas. Produzir Fake News já pode ser considerado crime contra a honra. No Congresso, tramitam mais de 20 projetos de lei que querem criminalizar as Fake News e pretendem punir tanto quem produz as notícias falsas quanto quem as compartilha.

Essas propostas geram muita polêmica, afinal podem mexer com a liberdade de imprensa e de expressão, e abrem espaço para a censura. Além disso, criminalizar não resolve o problema. Gente inocente pode acabar presa, e a livre divulgação de ideias fica ameaçada.

A melhor ferramenta contra as Fake News é a informação. Temos que desconfiar, pesquisar, checar os fatos. O caminho é deixar o senso crítico em constante alerta! Por isso, é muito importante tomar cuidado para não cair nessa armadilha!

Veja algumas dicas que podem ajudar a entender melhor e a identificar uma Fake News:

– A primeira é checar as fontes. Saber se o texto da notícia reproduzida é de um veículo de comunicação sério! Se não for, desconfie!

– Na maioria das vezes, as Fake News começam em grupos do WhatsApp, principalmente aqueles de família. São textos ou até mesmo supostos áudios vazados de políticos e pessoas que têm facilmente a voz forjada. E aí vira uma bola de neve porque estas “notícias” passam para outras redes sociais, como o Facebook e o Instagram.

– Como combatê-las? É simples: antes de compartilhar, a dica é ler a notícia antes de replicá-la nas redes sociais, verificar se as fontes são confiáveis, se a informação está sendo publicada em outros meios de comunicação, se o texto tem caráter mais opinativo que informativo e se a notícia está fazendo ataques a alguém.

– Outra orientação: já existem várias ferramentas na internet que podem nos ajudar a checar os fatos. Boatos.org; e-farsas; Projeto de checagem da Agência Pública; Agência Lupa; Blog Me Engana que Eu Posto, da VEJA, entre outras.

Portanto, se você vê alguém compartilhando, não deixe de denunciar!

 

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