Impulsionamento de conteúdo na internet muda a forma de fazer política no Brasil
Impulsionamentos Eleições 2018

Candidatos que concorreram a cargos para deputado federal, estadual e distrital, senador, governador e presidente contaram com um grande aliado nas eleições de outubro de 2018, o impulsionamento de conteúdo na internet.

Liberados pela primeira vez para fins eleitorais, os anúncios foram aplicados em plataformas online, sites dos candidatos, dos partidos ou das coligações. Conforme as instruções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as propagandas também foram autorizadas por meio de mensagens eletrônicas, em blogs, nas redes sociais e em sites de mensagens instantâneas.

As alterações na propaganda eleitoral na internet também proibiram o uso de perfis falsos e robôs, sob responsabilização pela remoção de conteúdo e direito de resposta por meio da mesma plataforma que divulgou o conteúdo ofensivo.

Até o dia 08 de setembro, na primeira etapa da campanha, foram destinados R$ 17 milhões ao impulsionamento de conteúdo. De acordo com o TSE, as propagandas online respondem por 1,6% de gastos declarados pelos candidatos até a data, as despesas custaram 1 bilhão. Nas eleições de 2018, o Brasil registrou 29 mil candidatos a algum cargo, 2.109 usaram anúncios online.

Entre as empresas que ofereceram este tipo de serviço, destaca-se a Incine Comunicação. Há 15 anos no mercado, a empresa multifacetada contém equipes de vídeo, animações, vinhetas, fotos, entrevistas, banco de dados, posicionamento, texto, estratégias, sites/portais, redes sociais e campanhas.

Nas eleições de 2018, somente nas plataformas digitais Google e Facebook, a Incine contabilizou R$1.145.877,66 em investimentos. Neste cenário, a empresa atingiu um total de 32.548.560 pessoas.

O especialista de Marketing Digital da empresa, Sandro Chiarel, falou sobre a importância dos anúncios online nestas eleições. Para ele, o despreparo do Facebook e a alta concorrência pela atenção dos eleitores decepcionaram quem apostou nas redes sociais como único canal digital. “A Incine fez um Marketing Digital Estratégico diferente do convencional e isso nos fez nadar em um oceano azul de oportunidades. O Google e o Facebook foram as duas principais empresas que fizeram os impulsionamentos e anúncios. Colocando um versus o outro, o Facebook foi um “mar vermelho de tubarões”. Porque todos estavam lá dentro e só sabiam fazer o Facebook, ninguém parou para prestar atenção nas outras ferramentas que também foram autorizadas pelo TSE, como o Google. Então, o Google foi como o “oceano azul”. A Incine foi a única empresa que chegou com plano de ação dentro do Google. A grande diferença no impulsionamento, foi o Google, porque ninguém pensou nele”, explicou.

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