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Repúdio institucional

No nível institucional, a partir do Centro de Ex-combatentes de Malvinas (CECIM) La Plata, repudiaram as “expressões dos responsáveis da derrota em Malvinas, no que assinalam a Rico, e solicitaram ao Ministério da Defesa que tome todas as medidas cabíveis, já que ele disse que as forças armadas estão sob o mando de um delinquente terrorista, ao se referir ao Ministro da Defesa, Jorge Taiana, ex-chanceler argentino, muito reconhecido no nível internacional. Fizeram ainda apelo às forças populares, aos partidos políticos, às centrais sindicais, aos organismos de Direitos Humanos, às diversas ONGs, aos Centro de Ex-combatentes e a todas as expressões do campo popular para seguir trabalhando em unidade por Memória, Verdade, Justiça, soberania e paz”. 

Além disso, destacou-se que durante o governo do ex-presidente Mauricio Macri, o tenente-coronel desfilou com uma série de repressores do Operativo Independência, em 2 de abril de 2018, Dia das Malvinas, e desfilou “vestido de militar”.

Sem soberania das Malvinas à Argentina, sem apoio ao Reino Unido, adverte Fernández

O governo viveu uma corrida cambial que provocou a subida do dólar paralelo a 350 pesos, criando uma forte incerteza, mas a situação se reacomodou. O presidente, além de apontar contra os produtores agropecuários que não liquidam a colheita, também o fez contra os especuladores que apostam no dólar e pediu trabalho para superar a crise na Argentina. 

“São os novos desafios que aparecem e a cada desafio vamos enfrentar de peito aberto. Vou superá-los com cada um de vocês como superamos os desafios que tiveram que passar antes, sem postergar a educação e a ciência”, afirmou Alberto Fernández. O mandatário esteve acompanhado por governadores e ministros. 

“Se não se deram conta, estamos atravessando um golpe. Nos estão bombardeando com o dólar ilegal. A guerra não é só contra a Rússia. Também é contra a Argentina com soldados de dentro e de fora. Os bombardeios desta vez não são na Praza de Maio (como em junho de 1955) mas sim no financeira que detona nos alimentos e em todos os preços; a coisa está mal desde que assumiu Macri (dezembro de 2015)”, assinala Gabriela Beatriz Martínez, filha de desaparecidos, advertindo que a direita tenta regressar para terminar de liquidar o país.

Stella Calloni é colaboradora da Diálogos do sul em Buenos Aires.
Tradução de Beatriz Cannabrava.


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