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A ação faz parte de um acordo homologado pela justiça do Rio em março deste ano que estabelece a matriz de responsabilidade e especifica as obrigações do município, estado e Instituto Estadual do Ambiente para a implementação de um sistema de macrodrenagem que reduza alagamentos.

O secretário de Infraestrutura e Obras, Rogério Brandi, esteve na Cidade Imperial nesta terça-feira e comentou sobre o projeto.

“A reforma estrutural do túnel extravasor é um pilar imprescindível desta reconstrução, já que resolveremos os problemas de uma das áreas mais afetadas pelas chuvas. E as novas obras não impedirão a continuidade das demais intervenções que estão em andamento, como a fixação das estacas, tirantes e cortinas de contenção na Avenida Washington Luiz e as obras de contenção e revegetação de encostas na rua Conde D’Eu”, comentou Rogério Brandi.

Além do túnel extravasor, estão em obras os muros de contenção do rio Quitandinha, na Avenida Washington Luiz, os muros de pedras remanescentes, a canalização, a pavimentação e o guarda-corpo entre as ruas Rocha Cardoso e Doutor Nelson Rocha de Sá Earp.

As ruas Teresa, Conde D’Eu e Pedro Ivo também estão recebendo melhorias que visam evitar novos desastres naturais.

JUSTIÇA DO RIO DETERMINOU OBRAS

Na semana passada, a Justiça do Rio determinou que o Governo do Estado iniciasse até o dia 2 de agosto as obras de recuperação do túnel extravasor do Rio Palatino, em Petrópolis. As más condições e o assoreamento dos córregos da cidade imperial foram apontados como um agravante para as enchentes que atingiram o município.

A decisão da 4ª Vara Cível de Petrópolis determinou que as intervenções contra enchentes são urgentes para a proteção da vida e do patrimônio histórico da cidade. O juiz Jorge Luiz Martins Alves também determinou que as obras sejam feitas no período de estiagem para evitar novas tragédias.

A Justiça determinou ainda multa de R$ 200 mil caso as obras do túnel extravasor não se iniciem até o início de agosto e multa diária de R$ 20 mil. Há ainda multas pessoais contra o governador Cláudio Castro (R$ 200 mil), contra o Rogério Brandi (R$ 80 mil), e a dois engenheiros da Seinfra (R$ 50 mil/cada). Como a obra começou hoje, as multas não serão aplicadas.

*Estagiário sob supervisão de Natashi Franco



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