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O Republicanos oficializou hoje a candidatura do vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, para disputar o Senado pelo Rio Grande do Sul. O anúncio ocorreu durante a convenção estadual do partido na Câmara dos Vereadores de Porto Alegre, um dia antes da convenção do PL, que lançará a candidatura de Jair Bolsonaro (PL) à reeleição.

A candidatura de Mourão irá compor a chapa com o nome do ex-ministro Onyx Lorenzoni (PL), que disputará o governo pelo Rio Grande do Sul.

Em fevereiro, o vice-presidente já havia sinalizado que deveria se candidatar ao Senado. Na ocasião, o político havia declaro que não disputaria a reeleição à vice-presidência na chapa do presidente no pleito deste ano. Ao longo do mandato, Bolsonaro e Mourão marcaram muitas divergências públicas. O general chegou a dizer, em 2021, que sentia falta de ter reuniões com o chefe do Executivo.

“Deus, pátria, família e liberdade”, disse Mourão em um vídeo publicado em seu Twitter com trechos da convenção. A frase é usada também pelo presidente Bolsonaro com os lemas da sua campanha.

“Tive o prazer de estar presente, neste sábado (23), na Convenção do meu partido – Republicanos/RS, ao lado de muitos dos meus colegas, conversando, trocando ideias e pensando no melhor para o nosso amado Rio Grande. Saio da Convenção CANDIDATO AO SENADO pelo Rio Grande do Sul”, escreveu na publicação.

Mourão diz que vencedor da eleição será empossado ‘sem problemas’

Nesta semana, Mourão repercutiu a disputa entre o presidente Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que buscam a recondução ao Palácio do Planalto nas eleições deste ano, e afirmou que o vencedor das urnas eletrônicas em outubro será empossado “sem problemas”.

“Olha…existe muito, vamos dizer assim, disse me disse, né? Vamos usar um termo. É óbvio que é um momento de polarização eleitoral entre o presidente Bolsonaro, que é o candidato à reeleição, e o candidato da oposição que é o presidente Lula. Há pressões de parte a parte, mas a minha visão muito clara é que nós chegaremos a outubro, no mês das eleições, sem maiores problemas, sem maiores confusões, e aquele que a população brasileira sufragar, eleger, irá tomar posse no dia primeiro de janeiro, sem maiores problemas”, declarou.

Apesar de ter garantido a manutenção do cronograma eleitoral em meio às investidas golpistas de Jair Bolsonaro, Mourão não comentou os ataques praticamente diários feitos pelo atual chefe do Executivo ao sistema eleitoral brasileiro.





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